OS 5 MAIORES ARREPENDIMENTOS

OS 5 MAIORES ARREPENDIMENTOS

Alguma vez pensaste em propósito de vida? Na tua ‘missão’? O que vieste cá a fazer? Por outro lado, já pensaste se estás realmente a fazer o que gostas? ou continuas a fazer o que não queres, em adiamento e medo?

Provavelmente já fizeste alguma destas perguntas, mas será que aprofundaste realmente o seu significado? ou tens deixado que a vida te empurre como a roda do hamster?

Winston Churchill dizia que: “as pessoas às vezes tropeçam na verdade, mas rapidamente se levantam, sacodem o pó, e continuam como se nada tivesse acontecido” – Estes tropeços são na verdade avisos que todos nós já recebemos de uma forma ou de outra. Ou num sonho, numa intuição, ou simplesmente numa vontade quase indomável que não conseguimos explicar.

Seja como for, todos temos uma voz que grita cá dentro a nossa verdade, mas que na maioria das vezes abafamos num silêncio ensurdecedor – com “medo” da mudança. A questão que se coloca é: com que preço?

 

BRONNIE WARE

Esta questão foi retratada pela incrível história de Bronnie Ware, uma enfermeira Australiana que trabalhava em cuidados paliativos, em que acompanhava os últimos 3 meses de vida dos seus pacientes.  

Bronnie acompanhavas as últimas 3 a 12 semanas de vida dos seus pacientes, e inspirada pelas incríveis histórias que acompanhou, foi identificando os principais arrependimentos do Ser Humano quando chega à beira da morte.

Esta experiência teve um impacto tão grande, que Bronnie decidiu escrever um livro, exatamente sobre os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer.

Agora prepara-te e observa se te identificas com algum destes temas…

 

 

5 MAIORES ARREPENDIMENTOS:

 

  1. “Queria ter aproveitado a vida à minha maneira, e não da forma que os outros queriam”.

O arrependimento mais comum de todos. Segundo Bronnie, quando as pessoas percebem que sua vida chegou ao fim, fica mais fácil ver quantos sonhos deixaram para trás. A saúde traz uma liberdade que poucos percebem que possuem, até que a perdem.

 

  1. “Queria não ter trabalhado tanto”.

Bronnie conta que esse desejo era comum a todos os homens que ela atendeu. Eles falam sobre sentir falta de ver as crianças a crescer, ou da companhia de sua esposa. Isso não quer dizer que as mulheres não apresentassem a mesma queixa – mas como a maior parte das pacientes da enfermeira são de uma geração mais antiga, nem todas precisavam trabalhar para sustentar a família.

 

  1. “Queria ter falado mais sobre meus sentimentos”.

Para viver em paz com outras pessoas, muita gente acaba suprimindo seus próprios sentimentos.De acordo com a enfermeira, alguns de seus pacientes até desenvolveram doenças por carregar esse rancor e esse ressentimento e nunca falar sobre o assunto. Partilhar pode dar anos de vida.

 

  1. “Não queria ter perdido contacto com meus amigos”.

´Todos sentem falta dos amigos quando estão a morrer´, afirma Bronnie. Segundo ela, muitas pessoas não percebem que sentem saudades dos amigos até as semanas que precedem sua morte.

 

  1. “Queria ter me permitido ser feliz”.

Em resumo, de acordo com Bronnie, muitas pessoas só percebem no fim que a felicidade é, na verdade, uma questão de escolha. “O medo de mudar fez com que eles fingissem para os outros e para eles mesmos que eles estavam satisfeitos quando, no fundo, tudo o que eles queriam era rir e ter mais momentos alegres”, conclui. Ninguém consegue ficar indiferente a estes testemunhos.

 

CONCLUSÃO

Incrível, não? As pessoas crescem muito quando são confrontadas com a sua própria mortalidade. 

Teremos mesmo que esperar até tão tarde para fazermos o que realmente queremos, ou poderemos começar a fazer diferente a qualquer momento?

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Um forte abraço!

O teu Coach

Hugo Van Zeller

Coaching, Formação e Desenvolvimento Pessoal

 

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